domingo, 18 de setembro de 2011

Botafogo 1a1 Flamengo: Começou bem, terminou mal

Se pegarmos a partida disputada na tarde desse domingo no Engenhão e a dividirmos em duas partes - uma antecedendo e outra sucedendo o intervalo de jogo - poderemos dizer que cada time dominou uma. No primeiro tempo, nosso esquema de jogo funcionou muito bem - principalmente pelos lado do campo, com as constantes movimentações de Lucas e Herrera pela direita e de Cortês e Maicosuel pela esquerda. Felipe Menezes se atrapalhava pelo meio e ainda tinha que encarar os erros do árbitro Péricles Bassols, que na grande maioria das vezes ignorava infrações sofridas pelo camisa 10 mas não titubeava em apontar faltas quando Felipe supostamente as cometia.

Abrimos o placar na base do oportunismo de "Loco" Abreu, que cabeceou bem aos 25 minutos, estufou a rede e tirou onda na comemoração. Méritos na jogada também para o cruzamento certeiro de Lucas. No segundo tempo, isto é, na segunda parte, o Flamengo empatou cedo: aos quatro minutos, Jael dominou de costas para o gol e passou com estranha facilidade pela nossa defesa, chutando no canto direito. Nossa torcida até mostrou-se valente, incentivando o time mesmo quando a equipe parecia apática. E a apatia só não era punida com novos gols porque Jéfferson mostrava para quem quisesse ver o quanto merece ser o atual goleiro titular na seleção brasileira. A defesa que ele fez em chute de Renato Abreu, sem sequer dar rebote, foi uma coisa maravilhosa.

De resto, as mexidas de Caio Júnior foram para lá de infelizes. Se considerarmos que Lucas Zen até entrou bem no jogo, podemos dizer que tivemos sorte de o desfecho não ter sido pior. Mas, a julgar pelo futebol apresentado na primeira etapa, o empate teve um sabor de dois pontos perdidos. Ainda mais empatando com um time que vinha de quatro derrotas seguidas e que não vence no Campeonato Brasileiro há nove partidas. Agora é buscar recuperar o prejuízo na próxima rodada, quando teremos uma parada complicada: o Grêmio no estádio Olímpico de Porto Alegre. Que o Caio Júnior não repita a postura covarde vista por seu antecessor na última vez em que enfrentamos o Tricolor Gaúcho no Rio Grande do Sul. O segundo tempo do clássico esboçou isso.

Atuações


Jéfferson - Isento de responsabilidade no lance do gol de empate. Seguro durante todo o jogo e brilhante na intervenção em chute de Renato Abreu, evitando a virada. Nota 9.

Lucas - Uma ótima opção nas jogadas de ataque, fez o cruzamento que resultou no nosso gol. Na marcação, conseguiu dificultar o trabalho de Júnior César. Nota 8.

Antônio Carlos - Muito bem para quem estava retornando de contusão. Quase marcou o segundo, ainda no primeiro tempo. Nota 7.

Fábio Ferreira - Precisam explicar para ele que lá no setor onde ele joga, qualquer passe errado pode ser irreparável. Parecia que quem estava voltando ao time após período lesionado era ele, não seu companheiro. Nota 5.

Cortês - Oscilou na partida, mas nos momentos em que esteve bem conseguiu dar uma canseira em Leonardo Moura. Nota 6,5.

Marcelo Mattos - Um ou outro erro de passe e um ou outro momento em que poderia diminuir os espaços para Ronaldinho Gaúcho. Mas, no geral, uma partida firme. Nota 7.

Renato - Mesmo estando longe de render algo à altura das suas melhores atuações com essa camisa, mostrou-se o elemento mais lúcido na hora de "pensar o jogo". Nota 7.

Felipe Menezes - Errou bastante no primeiro tempo, tendo também sido vítima das decisões da arbitragem. No momento em que mais subiu de produção, foi substituído para dar lugar a Lucas Zen. Nota 6.

Maicosuel - Muito bem taticamente, mostrando compromisso com a defesa e apresentando-se como opção nas saídas em velocidade. Sua saída para a entrada de Cidinho foi uma das loucuras do treinador. Nota 8.

Herrera - Aplicado, foi figura fundamental para abrir espaços na defesa adversária. Feliz nas jogadas individuais, quase marcou um golaço de bicicleta. Sua saída para a entrada de Éverton foi uma escolha bastante questionável do treinador. Nota 7,5.

Abreu - Marcou o gol do time e esteve perto de desempatar a partida no segundo tempo. Por mais que tenha aparecido relativamente pouco, sua importância na equipe é incontestável. Nota 8.

Lucas Zen - Dentro daquilo que se espera dele, atuou em bom nível nos quase vinte minutos em que esteve em campo. Nota 7.

Éverton - Um cruzamento bem feito e nada mais, apesar do esforço em imprimir velocidade pela esquerda. Nota 6.

Cidinho - Movimentou-se, mas pouco criou. Essa tem sido a sua marca, mas não há muito o que fazer entrando aos trinta e oito minutos do segundo tempo. Sem nota.

Caio Júnior - Suas intervenções foram comprometedoras. Será difícil conseguir justificar as escolhas de tirar de campo Herrera e Maicosuel, sobretudo quando entre uma coisa e outra trocou Felipe Menezes por Lucas Zen. Acabou isolando "Loco" Abreu e facilitando a marcação adversária, embora tenhamos criado chances de desempatar. Nota 4.
 Acima, botafoguenses antes do início da partida, próximo à esquina entre as alas Norte e Oeste (~15:30h). Abaixo, o Setor Norte visto do Oeste Superior. Faltou a vitória para a festa ser completa.

Botafogo e Flamengo: Para unir o útil ao agradável

A 24ª rodada começou nesse sábado com dois concorrentes ao título goleando seus adversários (Vasco e São Paulo "combinaram" e fizeram 4a0 sobre Grêmio e Ceará, respectivamente). Nesse domingo, os jogos que mais chamam a atenção são exatamente os dois clássicos: o do Corinthians com o Santos e o nosso com o Flamengo. Se é matematicamente impossível alcançar a liderança nessa rodada (vale lembrar que temos um jogo atrasado para cumprir), a partida que faremos no Engenhão carrega consigo um forte aspecto psicológico: se vencermos o Flamengo, renovaremos o ânimo após a vexatória derrota por 5a0 para o Coritiba, na rodada passada.

Caio Júnior não chegou a confirmar a escalação para a partida, mas tudo indica que iremos a campo com Jéfferson (de volta após jogar os 90 minutos de quarta-feira com a seleção brasileira), Lucas, Antônio Carlos (retornando de contusão), Fábio Ferreira, Cortês (que também esteve entre os convocados na partida entre Brasil e Argentina), Marcelo Mattos, Renato, Felipe Menezes (que deverá substituir o suspenso Elkeson), Maicosuel, Herrera e "Loco" Abreu. Uma vitória nos manterá próximos da liderança e aumentará de oito para nove o número de partidas do Flamengo sem vencer. Para unir o útil ao agradável.

Nos vemos no Engenhão.

Saudações alvinegras.

domingo, 11 de setembro de 2011

Cesena 1a3 Napoli: Foi dado o primeiro passo

Conseguimos estrear com vitória na Série A 2011-2. Diante de um clube que jamais nos derrotou, fomos até o gramado sintético no estádio Dino Manuzzi e vencemos o Cesena por 3a1 (veja mais sobre o jogo em Jogada De (E)feito).

Ezequiel Lavezzi apareceu pouco, mas o suficiente para marcar o primeiro gol da partida e para por muito pouco não fazer mais um, ainda no primeiro tempo. Edinson Cavani ficou devendo, mas quem entrou muito bem foi Marek Hamsik: tudo bem que o Napoli já estava em vantagem numérica no momento da entrada do eslovaco, mas o rendimento de Hamsik foi tão elevado que chegou a parecer que estávamos com dois jogadores a mais. Goran Pandev, que chegou por empréstimo da Internazionale, só não deixou sua marca na estréia porque desperdiçou chance incrível, mandando no travessão um chute onde a baliza estava escancara a alguns metros de seus olhos e chuteiras. Ainda bem que o time já estava vencendo naquele momento...

Agora é atenção na Liga dos Campeões: quarta-feira teremos partida duríssima na cidade de Manchester, diante do City. É o retorno napolitano à mais relevante competição entre clubes europeus e, com a ajuda dos deuses do futebol, podemos surpreender o multi-milionário time adversário, que está com 100% de aproveitamento em quatro jogos na Premiership. Pela Série A, nosso próximo oponente é o Milan, em nossa primeira partida oficial no estádio San Paolo nessa temporada. Mas uma pedreira de cada vez, agora é a vez do Manchester City.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Liga dos Campeões, estamos aí! E que comece a Série A!

Graças à sensacional campanha na temporada passada, quando ficou em 3º lugar no Campeonato Italiano, o Napoli está de volta à Liga dos Campeões da Europa. Uma bênção dos céus, afinal, quem imaginaria que o time que foi declarado falido em agosto de 2004 (com uma dívida estimada em 70 milhões de euros) e que freqüentou a Série C na temporada 2005-6 pudesse, cinco anos depois, figurar em lugar de destaque no país tetracampeão mundial? Então lá vamos nós, disputar com Bayern de Munique, Manchester City e Villarreal duas vagas na fase oitavas-de-final da maior competição de clubes europeus.

Mas antes de iniciarmos nosso compromisso na UEFA Champions League, temos pela frente a disputa da Série A. Nossa estréia é nesse sábado, diante do Cesena, no estádio Dino Manuzzi. Na temporada passada, atuamos naquele campo e conseguimos uma vitória de virada pelo placar de 4a1, com todos os gols do jogo saindo no segundo tempo e com três deles acontecendo nos últimos dez minutos. Então, quase um ano depois, lá vamos nós para Cesena para buscar uma vitória na estréia da liga nacional.

Com a manutenção do tripé ofensivo formado pelo eslovaco Marek Hamsik, pelo argentino Ezequiel Lavezzi e pelo uruguaio Edinson Cavani, e com as contratações de jogadores interessantes como o suíço Gökhan Ínler (vindo da Udinese por €17,5M) e o macedônio Goran Pandev (trazido por empréstimo da Internazionale com custos de €2,7M), formamos um plantel qualificado para buscar coisas interessantes nessa presente temporada. Agora é torcer para que tudo corra bem e que o treinador Walter Mazzarri consiga encaixar um time capaz de trazer muitas alegrias à fanática torcida napolitana.

Botafogo 4a0 Ceará: Se melhorar, estraga

Sensacional.

Vou definir com a palavra acima o que achei do jogo entre Botafogo e Ceará no feriado de Independência. Isso inclui tanto o comportamento da torcida quanto o do elenco, numa tarde onde o Botafogo de Futebol e Regatas esteve à altura de sua grandeza. Para saber mais sobre o jogo, acesse "Engenhão Ou Camp Nou? Botafogo Goleia Ceará Com Casa Cheia E Futebol Arte".

Estamos não somente no caminho certo como também caminhando a passos largos. Dá-lhe Fogão! Veja abaixo uma seqüencia de vídeos exclusivos, com as bênçãos sobre um público presente de 42.000 pessoas. Isso é Botafogo.

Atuações

Jéfferson - Pouco exigido, mas pelo simples fato de estar presente em campo já influencia positivamente. Esteve até segunda-feira à serviço da seleção brasileira e, menos de 48 horas depois, participou da goleada com os companheiros. Nota 8.


Lucas - Muito bem no apoio (o que não é novidade) e, dessa vez, mostrou mais atenção no que tange a marcação. Parece estar se firmando no time. Nota 8.

Gustavo - Possivelmente a sua melhor atuação com a camisa alvinegra. Substituiu Antônio Carlos à altura e ainda soube cobrir alguns dos vacilos de seu companheiro de zaga. Nota 8.

Fábio Ferreira - Alguns erros com a bola nos pés, mas bastante dedicação na marcação. Se procurar fazer o mais simples, seu jogo deve render melhor. Nota 6.

Márcio Azevedo - Participou do primeiro gol cobrando o lateral para Elkeson. Apresentou atitude para partir pra jogada individual, mas não esteve no mesmo nível dos companheiros nem no apoio, nem na marcação. Seu grande deslize, porém, foi querer ir diretamente para o vestiário após ser substituído, aos cinco minutos do segundo tempo. Não é comportamento de um profissional. Nota 4.

Marcelo Mattos - Um gigante na proteção à defesa, permitindo que todo o restante do meio-campo avançasse ao ataque. Saiu com cãimbras faltando alguns minutos. Nota 9,5.

Renato - Estupendo. Sua distribuição de lançamentos para inverter o jogo o torna um jogador clássico, desses que dá gosto de ver jogar. Atuações nesse nível o credenciam a retornar à seleção brasileira. Nota 10.

Elkeson - Participativo, chama a responsabilidade e sempre se oferece ao jogo. Chutou, deu passe pra gol, movimentou-se, enfim, deu uma canseira danada na marcação adversária. E é difícil derrubar esse camisa 9. Nota 9.

Maicosuel - Novamente mostrou um papel tático fundamental, atuando pelo flanco esquerdo e ajudando a abrir espaços na defesa adversária. Como se não bastasse essa contribuição, deu a assistência para o terceiro gol com passe que faz pensar: será que o Mago tem olho nas costas? Nota 9.

Herrera - Dois gols, muita correria e aquela entrega de sempre. Acabou pecando pelo excesso, pois não precisava ter ido na bola chutada por Maicosuel na cobrança de falta onde foi marcado impedimento. Mas cumpriu seu papel com sobras. Nota 9,5.

Abreu - Era o elemento que menos aparecia no primeiro tempo, mas foi subindo de produção, marcou seu gol e terminou a partida esbanjando talento na função de camisa 10, distribuindo as bolas com imensa qualidade e visão de jogo. Nota 9.

Éverton - Nos pouco mais de quarenta minutos em que esteve em campo, descolou dois cruzamentos certeiros para o 2º e o 4º gols da equipe. Excelente retorno. Nota 8,5.

Cidinho - Entrou aos vinte e cinco minutos no segundo tempo substituindo Herrera e conseguiu marcar seu primeiro gol entre os profissionais. E de cabeça! Nota 7,5.

Alex - Entre erros e acertos nos menos de vinte minutos em que esteve em campo (entrou no lugar de Elkeson), procurou jogar pelo time e não comprometeu. Nota 6.

Alessandro - Não jogou, mas teve participação que merece ser lembrada: foi buscar Márcio Azevedo para trazer o companheiro ao banco de reservas, em atitude que mostra o quão esse lateral-direito é profissional e tem grande senso de grupo. Faz bem ao Botafogo contar com elementos da conduta do Alessandro. Com justiça, foi enaltecido pelos torcedores, que gritaram seu nome logo após o episódio. Nota 10.

Caio Júnior - O time funcionou em todos setores, mostrando organização com e sem a bola. Difícil saber até que ponto a vantagem numérica por mais da metade do jogo tenha influenciado no resultado, mas o fato é que o que estava ao seu alcance, foi bem desempenhado. Nota 10.
 O azul que dá cor às cadeiras sumiu. Muito melhor assim, um Engenhão em preto e branco.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Botafogo e Ceará: Tudo para fazermos uma linda festa nesse feriado nacional

Vivendo grande momento na temporada 2011, o Botafogo contará com algo raro nesse feriado de sete de setembro: um estádio Engenhão praticamente lotado. No momento dessa postagem, os torcedores botafoguenses - acompanhados de cambistas oportunistas - esgotaram os bilhetes disponíveis para a Ala Leste, totalizando 20.115 ingressos vendidos antecipadamente (dados oficiais).

Classificado para a fase oitavas-de-final na Copa Sul-Americana e bem cotado para a disputa pelo título no Campeonato Brasileiro, o Botafogo tentará, diante do Ceará, chegar à quinta vitória consecutiva na temporada - e pela quinta vez no mesmo campo de jogo, onde está invicto na competição. Se por um lado o time estará desfalcado de Antônio Carlos (machucado) e Bruno Cortês (suspenso), por outro é de se comemorar o que pode ser um diferencial positivo para a equipe nessa quarta-feira: a maciça presença da torcida e o alto astral em torno da convocação de Cortês, que chorou de emoção ao saber que foi chamado por Mano Menezes para os amistosos diante da Argentina, juntando-se ao goleiro Jéfferson na seleção brasileira.

O treinador Caio Júnior parece ter a dimensão exata de como administrar uma situação onde a euforia dos torcedores não gere "oba-oba" dentro das quatro linhas, mantendo a equipe focada no objetivo de conquistar mais uma vitória: "Cumprimos uma etapa, a de conquistar o torcedor com uma boa campanha. A segunda é de manutenção, com humildade, segurança e confiança. É preciso entender que cada jogo é uma história diferente. O importante é terminar bem o campeonato. O torcedor está empolgado, mas temos que manter os pés no chão e vencer a partida".

Este blogueiro teve na tarde dessa terça-feira uma saga para conseguir adquirir um ingresso para o jogo, encarando filas em dois postos de venda (em ambos faltaram papel para impressão dos bilhetes) e ainda tendo sua bicicleta furtada. Mas vida que segue, ingresso comprado e presença confirmada no estádio na expectativa de ver uma atitude semelhante à do clássico Vovô, diante do Fluminense, quando o Botafogo foi superior nas arquibancadas (em número e em atitude de apoio ao time) e, também, no desempenho dentro das quatro linhas. Resultado: viramos e vencemos aquela partida. Se for para ter alguma diferença entre esse jogo com o Ceará e aquele com o Tricolor das Laranjeiras, então, que seja uma goleada a nosso favor. Seria uma linda festa.

Matemática para assumirmos a liderança nessa rodada:

# Botafogo vence o Ceará;
# Corinthians perde para o Flamengo;
# São Paulo e Vasco não vencem Atlético Mineiro e Coritiba, respectivamente.

Do jeito que a rodada passada foi boa - e olha que nem entramos em campo -, é bom não duvidar que o torneio possa ter um novo líder.

Saudações alvinegras.

domingo, 4 de setembro de 2011

Mesmo sem jogar, estamos mais perto do topo

A Confederação Brasileira de Futebol passou por cima do regulamento por ela própria confeccionado e adiou a partida que faríamos nesse domingo com o Santos, na Vila Belmiro. Passemos ao largo dessas questões políticas - a impressão que dá é que quanto mais mexer no assunto CBF, mais fede - e foquemos na situação do Botafogo no Campeonato Brasileiro 2011. O fato é que três dos nossos concorrentes pelo título perderam seus jogos: o Corinthians para o Coritiba, o Vasco para o América Mineiro e o Flamengo para o Bahia. Isso quer dizer que, dada a distância de apenas três pontos para o topo da tabela e o débito de uma partida, podemos a qualquer momento assumir a liderança na competição.

Agora é mantermos o foco completamente na partida de quarta-feira, feriado nacional, quando receberemos o Ceará no estádio Engenhão para o nosso quinto jogo seguido naquele campo - e que pode vir a ser a quinta vitória consecutiva. A massa alvinegra, tão ausente das arquibancadas, fez um bonito papel na partida diante do Fluminense e tem tudo para ser um diferencial altamente positivo nessa nossa busca pelo título. Então, é comparecer ao Engenhão nesse sete de setembro, vibrar com o time, apoiar incondicionalmente e, se Deus quiser, festejar mais um triunfo da equipe. Nesse Brasileirão, ninguém venceu a gente no Engenhão. Agora imagina a nossa força com as arquibancadas lotadas e jogando junto. Vamos nessa!

Saudações alvinegras.