Muitas dúvidas pairavam sob o time do Arsenal que iria a campo em Udine para buscar uma vaga na fase de grupos da Liga dos Campeões da Europa. Afinal, quantos são os times no mundo que não se abalariam com a perda de dois de seus principais jogadores? Pois foi sem os negociados Fàbregas e Nasri - e ainda desfalcado de Jack Wilshere - que o Arsenal venceu a Udinese por 2a1 e avançou na mais importante competição clubística européia. Focado no ataque desde o início e sabendo atuar pelos flancos do gramado, Gervinho e Walcott foram figuras bastante atuantes e tiveram performances decisivas: o marfinense deu a assistência para o gol de van Persie enquanto o inglês concluiu a jogada do gol da virada.Lá atrás, se Thomas Vermaelen e Johan Djourou tiveram dificuldades para acompanhar o rápido raciocínio de Antonio Di Natale, quem teve atuação admirável foi o goleiro polonês Wojciech Szczesny, que defendeu bolas aparentemente improváveis, incluindo uma intervenção sensacional em penalidade máxima cobrada por Di Natale. Aplausos para o arqueiro e para a postura da equipe, que foi ao Friuli com cara de Arsenal. E o Arsenal é isso: um clube grande demais para depender de meros mortais, por mais que sejam craques de bola como Cesc e Samir.
Em tempo: o sorteio da fase de grupos colocou-nos na chave F com Olympique de Marselha, Olympiakos e Borussia Dortmund. Somos favoritos ao lado dos alemães, mas é bom ficar ligado porque OM e Olympiakos não farão três viagens a passeio.
No último minuto, quase saiu um gol de Traoré que seria um absurdo. E sobre o Szczesny tem tudo pra se tornar um dos melhores goleiros do mundo.
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